Prefeitura de Valparaíso de Goiás

Três principais vilões da energia em Goiás: veja o que mais impacta o fornecimento

 Eventos climáticos lideram ocorrências, mas investimentos da Equatorial Goiás reduzem tempo e frequência das interrupções





Mais da metade das interrupções de energia em Goiás tem origem em eventos climáticos, como vendavais e raios, fatores externos e imprevisíveis que lideram as ocorrências no estado, segundo levantamento da Equatorial Goiás. Diante desse cenário, a atuação sobre a rede elétrica passa a exigir monitoramento contínuo, capacidade de resposta rápida e estratégias operacionais voltadas à mitigação de impactos.

Os três principais vilões do fornecimento de energia hoje são:

* Vendavais (26,56%), cujas rajadas de vento podem provocar queda de árvores, deslocamento de estruturas e rompimento de cabos;

* Descargas atmosféricas, ou raios (24,67%), fenômenos que atingem diretamente a rede elétrica e acionam mecanismos de proteção do sistema;

* Também figuram entre as principais causas situações envolvendo animais na rede (3,03%), especialmente em períodos de vento e chuva quando são arremessados contra o sistema de distribuição.

Quem acompanha de perto esse cenário e seus desdobramentos no dia a dia é o gerente do Centro de Operações Integradas (COI) da Equatorial Goiás, Vinicyus Lima. Com monitoramento contínuo das condições climáticas, realizado em parceria com a Climatempo, o COI mantém vigilância permanente sobre o comportamento do tempo em todo o estado. Segundo o gerente, esse olhar atento é determinante para antecipar riscos, direcionar equipes de forma estratégica e agilizar a resposta a possíveis ocorrências no sistema elétrico.

A tecnologia permite acompanhar eventos climáticos, antecipar riscos e acelerar a resposta em casos de interrupção. “Mesmo com a forte influência de fatores externos, temos conseguido evoluir de forma consistente na qualidade do fornecimento. Isso é resultado direto dos investimentos em tecnologia, automação e monitoramento, que tornam o sistema mais eficiente e preparado para responder às ocorrências”, destaca Vinicyus.

Embora esses fatores estejam fora do controle da concessionária, a Equatorial Goiás mantém um conjunto de ações para reduzir seus impactos, como investimentos contínuos na modernização e automação da rede, além de manutenção preventiva e manejo de vegetação, sempre com base em critérios técnicos e ambientais. Como resultado, o estado alcançou 12,66 horas no DEC (Duração Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora), que mede o tempo médio que o cliente fica sem energia ao longo do ano, e 5,87 vezes no FEC (Frequência Equivalente de Interrupção), indicador que aponta a quantidade média de interrupções. Os dois indicadores alcançados pela concessionária superaram as metas regulatórias da Aneel e são os melhores desde o início da série histórica.

Diante desse volume de investimentos - que já somam R$ 7 bilhões entre 2023 e 2025 - Goiás consolida um novo patamar de desempenho, com uma rede mais resiliente, preparada para responder a eventos externos e acompanhar o crescimento do estado. O avanço histórico nos indicadores de continuidade reforça não apenas a eficiência operacional da distribuidora, mas também o impacto direto da infraestrutura elétrica no desenvolvimento econômico, na atração de novos negócios e na qualidade de vida da população, posicionando o estado entre os destaques nacionais em desempenho no setor de distribuição de energia


Sobre a Equatorial Goiás

A Equatorial Goiás integra o Grupo Equatorial, holding brasileira do setor de utilities e o terceiro maior grupo de distribuição de energia do País. O grupo atende mais de 56 milhões de pessoas por meio de sete concessionárias. Em Goiás, são cerca de 3,8 milhões de unidades consumidoras, distribuídas em 237 municípios, abrangendo 98,7% do território estadual, em uma área de 336.871 km².

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