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Policlínica de Posse promove ação educativa no Dia Nacional da Conscientização de Parkinson

 Atividade multiprofissional reforçou a importância do diagnóstico precoce, tratamento contínuo e qualidade de vida dos pacientes 


Ação educativa sobre a Doença de Parkinson na Policlínica Estadual da Região Nordeste II – Posse com foco em tratamento e conscientização.
Profissionais das áreas de Fisioterapia e Farmácia abordaram aspectos importantes da doença e esclareceram as dúvidas da população. (Foto: IMED) 



Em alusão ao Dia Nacional da Conscientização da Doença de Parkinson, celebrado em 11 de abril, a Policlínica Estadual da Região Nordeste II – Posse, unidade do governo de Goiás administrada pelo Instituto de Medicina, Estudos e Desenvolvimento (IMED), realizou uma ação educativa voltada a pacientes e acompanhantes presentes na recepção da unidade. A iniciativa contou com a participação de profissionais das áreas de Fisioterapia e Farmácia, que abordaram aspectos importantes da doença, promovendo orientação, esclarecimento de dúvidas e incentivo à adesão ao tratamento. 

Doença de Parkinson é uma condição neurodegenerativa crônica e progressiva, caracterizada pela perda de neurônios produtores de dopamina, substância essencial para o controle dos movimentos. Entre os principais sintomas estão tremor em repouso, rigidez muscular, lentidão dos movimentos (bradicinesia) e instabilidade postural. 

Durante a ação, a fisioterapeuta Danúbia Rafaela Santi destacou a importância do cuidado contínuo e da reabilitação física no tratamento da doença. “A fisioterapia tem um papel essencial na manutenção da mobilidade, do equilíbrio e da independência do paciente. Com exercícios adequados, conseguimos minimizar os impactos da doença e proporcionar mais qualidade de vida”, explicou. 

Diagnóstico Precoce  

Também foi enfatizada a importância do diagnóstico precoce e da atenção aos primeiros sinais. “Muitas vezes, sintomas iniciais como tremores leves ou lentidão nos movimentos são ignorados. Quanto mais cedo o diagnóstico for realizado, mais eficaz é o acompanhamento e o controle da progressão da doença”, afirmou fisioterapeuta da Policlínica. 

O farmacêutico Gabriel Costa destacou sobre o uso correto das medicações no controle dos sintomas. “O tratamento medicamentoso é fundamental para melhorar a qualidade de vida do paciente. Por isso, é essencial seguir corretamente as orientações médicas e farmacêuticas, respeitando horários e doses, para garantir a eficácia do tratamento”. 

A equipe também abordou fatores relacionados à doença, que podem incluir predisposição genética, envelhecimento e fatores ambientais. A incidência é maior em pessoas acima dos 60 anos, sendo uma das doenças neurológicas mais comuns nessa faixa etária. Outro ponto abordado foi a diferença entre o tremor do Parkinson e outros tipos de tremor, como o tremor essencial. No Parkinson, o tremor ocorre, geralmente, em repouso e tende a diminuir durante movimentos voluntários, sendo um importante indicativo clínico para avaliação médica. 

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