Hetrin realiza treinamento sobre identificação de pacientes

A capacitação abordou a primeira meta do Protocolo Internacional de Segurança do Paciente para promover mais qualidade no cuidado prestado 


Treinamento sobre identificação segura no Hospital Estadual de Trindade (Hetrin), promovendo a segurança do paciente.
Profissionais do Hetrin participam de treinamento sobre a importância da identificação correta para um cuidado mais seguro e eficaz. (Foto: IMED) 


Garantir que o paciente correto receba o cuidado adequado é um dos principais objetivos alcançados por meio da identificação segura. Com esse foco, a equipe do setor de Qualidade do Hospital Estadual de Trindade – Walda Ferreira dos Santos (Hetrin), unidade do governo de Goiás com administração do Instituto de Medicina, Estudos e Desenvolvimento (IMED) realizou um treinamento sobre a Meta 1 da Segurança do Paciente: a identificação correta. 

A segurança do paciente é um dos pilares fundamentais para assegurar um atendimento eficaz e livre de riscos. Nesse contexto, as Metas do Protocolo Internacional de Segurança do Paciente orientam práticas seguras em instituições de saúde em todo o mundo, com o objetivo de prevenir erros assistenciais e promover mais qualidade no cuidado prestado. Durante a capacitação, foram abordados desde procedimentos básicos de confirmação de dados até situações específicas, como o atendimento a pacientes sem documentos ou sem qualquer forma de identificação. 

A coordenadora de Qualidade do Hetrin, Ana Maria Tomaz, destaca a importância do processo. “Para uma identificação correta, são necessários, no mínimo, três identificadores obrigatórios: o nome completo do paciente, escrito por extenso; a data de nascimento, essencial para diferenciar pacientes com nomes semelhantes; e o nome da mãe, um dado crucial para garantir a segurança total na assistência”. 

A identificação correta evita erros graves, como a administração inadequada de medicação, realização de procedimentos em pacientes errados e troca de exames, entre outras intercorrências. Por isso, a checagem deve ser realizada diariamente, antes de qualquer procedimento. Além disso, em casos de ilegibilidade, retirada ou dano à pulseira de identificação, a substituição deve ser feita imediatamente”, ressalta Ana Maria. 

O treinamento foi direcionado aos profissionais de enfermagem e à equipe multiprofissional, incluindo colaboradores da recepção, do Núcleo Interno de Regulação (NIR), do Serviço de Apoio Diagnóstico e do laboratório. A iniciativa reforça a importância do engajamento coletivo e da atuação integrada de todos os setores para garantir uma assistência cada vez mais segura, qualificada e centrada no paciente. 



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