Fieg articula modernização e segurança jurídica na II Conferência Nacional do Trabalho

 Reunindo mais de três mil empresários, trabalhadores e representantes do governo federal, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), com apoio da Organização Internacional do Trabalho (OIT), realizou entre os dias 3 e 5 de março a II Conferência Nacional do Trabalho (II CNT), em São Paulo. Com a missão de defender os interesses da indústria goiana, a Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg) esteve presente no evento, que propôs a discussão e a votação de propostas condizentes às necessidades do mercado de trabalho.

A comitiva da Fieg foi composta pela presidente do Conselho Temático de Relações do Trabalho e Inclusão (CTRTI), Lorena Blanco, pelo gerente de Recursos Humanos e Conhecimento da Fieg, Mateus Mariano, e pelos advogados Elimara Sallum (Sifaeg/Sifaçúcar) e Luiz Antônio Faria (Grupo José Alves). O grupo participou da conferência dividida em etapas formadas por reuniões por bancada, com debate de prioridades e estratégias de cada segmento, Grupos de Trabalho (GT’s), com discussões temáticas aprofundadas, e plenária final, com votação simbólica para aprovar diretrizes que serão base para formulação de políticas públicas.

As discussões tiveram início em setembro de 2025, durante as 27 conferências estaduais, que resultaram em 370 propostas apresentadas na etapa nacional, conduzidas por temas como modernização das relações de trabalho, negociação coletiva, proteção social e transformação tecnológica. Ao todo, 17 receberam prioridade, tendo sido 10 aprovadas na votação. 

A atuação da Fieg se concentrou em propostas de políticas de qualificação contínua e solicitação de melhorias no diálogo e na negociação coletiva. O intuito foi reivindicar maior estímulo em inovação e tecnologia para modernizar o setor produtivo, com foco no aumento de produtividade e  geração de empregos.

Para Lorena, a presença da Fieg reforça a importância do diálogo social e o compromisso da entidade com o desenvolvimento do setor produtivo goiano, alinhado às transformações globais e aos desafios econômicos. “Nossos esforços na II CNT visaram garantir que a modernização das relações de trabalho seja conduzida de maneira que promova competitividade, produtividade e justiça social, sem perder o foco na sustentabilidade das empresas”, pontuou a dirigente do CTRTI.


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